Ela chegou por fim…calma e serena…
Já não a reconhecia… assim silenciosa.
Ela olhou-me lá do alto e foi descendo aos poucos…
Escura, velha, cansada, gasta… dolorosa.
Foi abraçando os telhados, as copas das árvores,
As ruas que se despiam das gentes…
Deitou-se sobre as casas ao comprido…
Foi entrando pela minha janela suavemente, silenciosamente.
Olhei-a simplesmente, admirando-a!
Ela vem, preparada para ir e retornar.
Leva sempre um pouco de mim! Deixo-a levar.
Rouba-me o tempo.
Eu apenas o deixo ir… não lho posso negar.
Ela tem um corpo diferente para todos os que ela abraça…
Mas seu braço é sempre o mesmo
E já lhe reconheço o toque… sua carcaça…
Já não a reconhecia… assim silenciosa.
Ela olhou-me lá do alto e foi descendo aos poucos…
Escura, velha, cansada, gasta… dolorosa.
Foi abraçando os telhados, as copas das árvores,
As ruas que se despiam das gentes…
Deitou-se sobre as casas ao comprido…
Foi entrando pela minha janela suavemente, silenciosamente.
Olhei-a simplesmente, admirando-a!
Ela vem, preparada para ir e retornar.
Leva sempre um pouco de mim! Deixo-a levar.
Rouba-me o tempo.
Eu apenas o deixo ir… não lho posso negar.
Ela tem um corpo diferente para todos os que ela abraça…
Mas seu braço é sempre o mesmo
E já lhe reconheço o toque… sua carcaça…
